"Parem de viver no futuro, ou no passado, e vivam o agora. Digam para si mesmos: “O que é que eu quero? Quero acelerar minha evolução pessoal.
Quero que o Espírito me ajude a aumentar minha capacidade. Quero que meu corpo se regenere. Quero emanar saúde. Quero abandonar as dificuldades para ser um exemplo vivo daquilo que a humanidade pode atingir." Esta é a linha de pensamento - o comando para o vosso ser, determinando com clareza tudo aquilo que vocês querem - e que vos trará tudo num ritmo acelerado.
Observem os vossos padrões. Se negam a criação de uma parte das vossas experiências e não querem tê-la como vossa criação, simplesmente olhem para ela. Digam: "Não é interessante? Eu faço isso o tempo todo. Não quero possuir o que estou criando. E como não gosto, ponho a culpa nos outros. Vamos ver quanto tempo vou ficar agindo assim, e vamos encontrar uma solução que me permita desenvolver um padrão de comportamento diferente." Não se julguem. Comecem a dizer para si mesmos: "Eu assumo a responsabilidade por tudo em que estou envolvido. Eu assumo a responsabilidade por tudo o que acontece comigo.
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Se todos pudessem adotar essa atitude e agir como se cada evento estivesse designado a impulsioná-los em seu crescimento e conscientização, poderiam virar-se e descobrir que a pessoa apontando o revólver às suas costas é uma réplica, uma porção de vocês mesmos. Devem ser capazes de curar algo; podem estar recebendo a oportunidade de tomar uma atitude que os amedronta. Não tenham medo daquilo que criam. Confiem no que vocês criam. Acreditem que, em vossa criação, existe sempre algum crescimento.
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Não varram vossos dramas para baixo do tapete como se fossem coisas horríveis que nunca mais queiram ver, acabem com esses dramas: parem de andar em círculos, de perder-se neles.
Precisam, contudo, compreender que o drama que vivenciaram com vossa mãe, irmão, irmã, namorado, poderá ser usado, vinte anos depois, para ajudá-los a atingir uma nova realização. Deixem, portanto, que esses dramas sejam como uma lição de casa. Terminem, resolvam-nos da melhor maneira possível, façam as pazes e conheçam o vosso papel neles, e deixem que eles circulem de volta à vossa consciência para lhes ensinar algo. Deixem que sejam os vossos tesouros vivos de experiência, em vez de espinhos dos quais querem se desvencilhar. A emoção está ligada a estas coisas e, não se esqueçam de que ela pode levá-los a outros níveis de atividades.
Vocês acham que conseguem criar a vossa realidade apenas em certas áreas, mas em outras não têm este poder? Acreditam não possuir controle sobre algumas áreas de vossas vidas? Abdicam daquilo que é naturalmente vosso, porque a sociedade diz que não podem tê-Io?
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Quando adotam a mentalidade de vítimas, enviam às pessoas a ideia de que elas são fracas, impotentes, criando também para vocês a mesma probabilidade.
Devem aprender a respeitar os dramas e as lições das outras pessoas. Precisam perceber que os jornais jamais revelarão o potencial de mudança existente em todas as pessoas envolvidas em determinado cenário, pois esta não é a forma com que as reportagens da imprensa cobrem os acontecimentos. Vocês não compreendem a sincronicidade subjacente aos eventos: a mídia expõe apenas os assim chamados fatos externos, ignorando a riqueza do significado emocional que acompanha os dramas e as lições dos seres humanos. Pessoas envolvidas em dramas onde existem aparentes vítimas geralmente se encontram tão distantes de seus sentimentos que são incapazes de conectar o que estão sentindo com o que estão pensando.
Vítimas encontram vítimas. Vencedores encontram vencedores.
Portanto, quando virem nos jornais dramas mundiais onde as pessoas parecem ser vítimas indefesas, por favor, respeitem-nas e respeitem a si mesmos, rejubilando-se porque elas criaram suas próprias realidades. Talvez não seja a realidade da qual vocês queiram extrair algum ensinamento - nem o evento que sentissem necessidade de participar. É necessário que compreendam que outras pessoas podem estar precisando passar por esferas muito densas para atingir a luz. Muitas vezes, as maiores iluminações surgem das maiores catástrofes, das maiores dificuldades.
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